19 de dezembro de 2019

Previsões de evolução

para 2020

Como sempre, a mídia especializada termina e começa o ano com previsões do que acontecerá com o marketing e a publicidade. Veja algumas e um balanço de 2019.

 

O que pode acontecer em 2020

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Na linha do que pode rolar em 2020, três análises se destacam:

Forbes ouviu 22 líderes de marketing nos Estados Unidos sobre o que pode acontecer no próximo ano. Entre as previsões, alguns pontos chamam a atenção:
"Irá começar um aumento expressivo das 'dark social conversations', ou seja, mais pessoas estarão mudando para canais de conversa particulares", longe dos olhares das marcas;
"Pare de encher os consumidores com conversa mole. O engajamento só funciona quando você é interessante, quando você faz conexão emocional com as pessoas";
"Lembre-se de pensar como consumidor; se você não gosta de pop-ups e anúncios irrelevantes em mídia social paga, é provável que seu público também não".

Marketing Week falou com sete líderes da área no Reino Unido. Dois destaques são:
"O investimento na mídia de longo prazo parece ter recebido muita atenção e deverá voltar";
"Agir com propósito pode resultar em uma diferença significativa e mensurável. Simplificando, vamos passar de anúncios para atos!" 

O editor Russel Parsons publicou na mesma Marketing Week uma lista "do que fazer em 2020". Três pontos se destacam:
Diga "eu sou um profissional de marketing e tenho orgulho disso", ou seja, está na hora de se voltar a ter amor-próprio na área;
"O insight voltará a ser valorizado";
"As equipes de marketing precisam ser mais diversificadas em termos sócio-econômicos e étnicos".

 
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Um balanço das previsões feitas para 2019

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O consultor Samuel Scott fez na The Drum um balanço do que aconteceu com as previsões feitas no final de 2018 sobre 2019.

Alguns pontos merecem atenção:
Duas previsões de crescimento de mercado, do Group M e da MoffettNathanson Research ficaram abaixo da realidade, a do Group M, global, ficou em 3% (aumento de 7,8% contra o previsto de 4,8%) e a segunda, sobre o Estados Unidos, ficou 0,8% acima dos 5% previstos.

A Kantar previu uma grande elevação nos investimentos em "tecnologia de voz", mas apenas 2% dos recursos tem sido aplicados nessa área. Previu, também, que haveria uma mudança radical na forma pela qual as mulheres são retratadas pela publicidade, mas isso ficou mais na intenção que na realidade.

O melhor índice de acerto ficou com a WFA (Federação Mundial de Anunciantes), que entre outros pontos previu que a área de procurement de marketing ganharia maturidade; que a legislação de proteção de dados européia iria se espalhar pelo mundo; que a legislação para inibir publicidade inapropriada para crianças iria ficar mais restritiva; e que as restrições de labeling e publicidade de alimentos aumentariam.



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