7 de Fevereiro de 2020

Emoção, lançamento de novos produtos e comerciais longos dominaram o SuperBowl

Meio que na contramão do que acontece no mercado, o SuperBowl 54 teve um ar de revival, com muita emoção, diversos lançamentos e comerciais de longa duração

 

Um jeitão da televisão do passado

Como analisou Jameson Fleming, editor chefe da Adweek, publicitariamente falando o SuperBowl 54 teve um jeitão do passado no múltiplo uso de celebridades e uso da tradicional linguagem cinematográfica, além do lançamento de diversos produtos.

Realizado em Miami, o programa faturou algo como US$ 435 milhões de dólares para a Fox e, entre os comerciais exibidos, nomes como Martin Scorsese, Rainn Wilson, Busy Philipps (duas vezes), Chris Evans, Ellen DeGeneres e Chrissy Teigen, além de Bill Murray, estrelaram 26 peças de 30 segundos, 24 de um minuto e duas de 90 segundos.


"Parecia uma noite no cinema", como analisou o autor da matéria, que também destacou os lançamentos - como Cheetos Popcorn, Pop-Tarts Pretzel, Coke Energy, Moutain Dew Zero Sugar e Bud Light Seltzer; os novos anunciantes no programa - como Hard Rock International, Pop-Tarts, Little Caesars, Walmart e  Facebook; além do retorno da New York Life (fora desde 1990), Porsche (desde 1997) e Cheetos (desde 2009), além da Discover e da Heinz.

Também observou a novidade da presença de dois comerciais políticos: do candidato à reeleição, Donald Trump, e de seu possível competidor, Michael Bloomberg.

 

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As profundas raízes do marketing de conteúdo

Rebecca Lee White, da Skyword/TrackMaven, empresas de marketing de conteúdo e de marketing analytics, que trabalham para mais de 600 das principais marcas globais, escreveu um abrangente relato sobre a história do marketing de conteúdo, que tem suas raízes ainda no século XIX, como o conhecido Guide Michelin e The Furrow, patrocinada pela John Deere e que até hoje mantém uma circulação de 1,5 milhão de leitores em 40 países e é oferecida em 12 línguas. Ou, ainda a Jell-O e suas imagens iconográficas.

Com o rádio, a abrangência aumentou e uma das pioneiras do meio foi a Sears e as marcas de produtos de limpeza pessoal e doméstica, como a P&G e a Lever, que criaram as soap operas, primeiro nessa mídia e depois na TV.

Depois da era de ouro dos Mad Man, o conteúdo voltou mais amplo, na forma de campanhas multimídia, como a da Exxon, "Put a tiger in your tank".

Com a chegada do mundo digital, na virada dos séculos XX e XXI, a área literalmente explodiu, com as múltiplas opções da internet, como os blogs e as mídias sociais, além da criação de plataformas dedicadas, como Twitter, Facebook, LinkedIn, YouTube e Instagram, até chegar nas experiências chinesas, como o WeChat e todo o universo do conteúdo dedicado ao B2B.

No final, a autora resume os aprendizados na área a 5 dicas:

1. Qualidade acima da quantidade
2. A história se repete (com outras tecnologias)
3. Conheça bem sua audiência
4. Adapte-se ou morra
5. Assuma riscos
 


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